PERCEPÇÃO DOS GESTORES FINANCEIROS DAS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS QUANTO AO CUSTO DE CAPITAL

Márcio André Veras Machado, Márcia Reis Machado, Aldo Cunha Leonardo Callado

Resumo


Este artigo, de cunho exploratório-descritivo, tem como objetivo analisar o grau de percepção dos gestores financeiros das pequenas e médias empresas quanto ao custo de capital. Foram coletados os dados de 27 empresas, pertencentes a 10 setores da economia. O método escolhido para coleta de dados foi a entrevista pessoal estruturada em um roteiro previamente elaborado. Constatou-se que a maioria dos entrevistados não conhece o custo do capital próprio. Os que conhecem mensuram, em sua maioria, como a taxa mínima de rentabilidade exigida, mensurada pelo custo de oportunidade perdida. No que diz respeito ao custo do capital de terceiros, grande parte conhece e foi unânime em afirmar que o custo do capital de terceiros é explícito e já vem definido pelas instituições financeiras, em seus respectivos contratos. Observou-se que, dos gestores entrevistados que afirmaram conhecer o custo de capital próprio e de terceiros, grande parte ocupava o cargo de diretoria, possuía formação em contabilidade ou engenharia, tinham mais de 15 anos de experiência na função, tinham acima de 40 anos de idade, trabalhavam em empresas com 21 anos ou mais de existência no mercado e era do sexo masculino.

Palavras-chave: Custo de Capital Próprio, Custo de Capital de Terceiros, Pequenas e Médias

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DOI: https://doi.org/10.14488/1676-1901.v6i2.292

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