Regimes cambiais e intervenções no mercado de câmbio: uma abordagem a partir da experiência brasileira

Claudia Teresa Pillatti, Marcio Holland de Brito

Resumo


Esta pesquisa analisa o regime cambial brasileiro entre o ano de 1999 a 2006 e verifica, a partir da abordagem do “medo de flutuar”, se o Brasil estabiliza a taxa de câmbio com regime cambial flexível. Como instrumentos metodológicos de análise utilizam-se o índice de flexibilidade cambial, a análise gráfica, a metodologia de regime cambial de facto e as análises obtidas com os vetores auto-regressivos (VAR). O índice de flexibilidade cambial evidencia uma baixa flexibilidade da taxa de câmbio e as análises de VAR indicam uma fraca relação entre taxa de câmbio e variáveis como juros domésticos, inflação e reservas cambiais. As análises gráficas mostram elevação das reservas internacionais, apreciação cambial e redução da dívida cambial. A metodologia de regimes cambiais de facto indica que o regime cambial de facto é compatível com o regime de jure. Esses resultados sugerem que a taxa de câmbio no Brasil flutua pouco sob regime cambial flexível; porém, não indicam haver no Brasil o “medo de flutuar”.


Palavras-chave


regimes cambiais; intervenções no mercado de câmbio; experiência brasileira; regimes cambiais de facto

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DOI: https://doi.org/10.14488/1676-1901.v9i2.275

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